Os sintomas vasomotores, popularmente conhecidos como “fogachos”, afetam até 80% das mulheres entre 40 e 65 anos, marcando uma fase crítica na vida de muitas delas. De acordo com a Astellas, a situação do Brasil é alarmante: 36,2% das mulheres nessa faixa etária sofrem de sintomas moderados a intensos, muito acima da média global de 15,6%. Essa disparidade ressalta a necessidade urgente de soluções eficazes para ajudar essas mulheres a enfrentarem os desafios que a menopausa traz.
Antes da menopausa, existe um equilíbrio entre os estrogênios, hormônios produzidos pelos ovários, e a neurocinina B, uma substância química do cérebro que regula o centro de controle de temperatura do corpo. Porém, à medida que os estrogênios diminuem com a transição para a menopausa, essa harmonia se rompe, resultando em episódios de calor intenso e sudorese noturna. O impacto desses sintomas é significativo: quase 70% das mulheres brasileiras afetadas os consideram intensos, o que causa um reflexo notável na qualidade de vida, na produtividade e no sono.
A introdução do Veoza promete, portanto, não apenas alívio físico, mas também um retomar da qualidade de vida que muitas mulheres têm perdido durante esse período exigente. A expectativa é que essa nova terapia ajude a amenizar os desafios enfrentados, oferecendo uma alternativa viável para aquelas que buscam uma abordagem não hormonal para o tratamento dos sintomas da menopausa.





