O Brasil está prestes a retomar o status de livre da doença, que ocorre quando não há registro de casos transmitidos localmente por mais de dois anos. A detecção do vírus no estado de São Paulo alerta a população sobre o risco de transmissão local e disseminação, ressaltando a importância da vacinação como medida preventiva.
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível, que pode apresentar sintomas graves e até levar à morte. A transmissão ocorre através de gotículas de saliva de uma pessoa doente, por tosse, fala ou espirro. Os principais sintomas incluem manchas vermelhas no corpo, febre alta, tosse seca, irritação nos olhos e nariz escorrendo ou entupido.
A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a infecção pelo sarampo. O Ministério da Saúde recomenda o esquema vacinal com duas doses da vacina tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos, e uma dose para adultos de 30 a 59 anos. A cobertura vacinal para a primeira dose aumentou de 80,7% em 2022 para 87% em 2023.
O último caso autóctone de sarampo no país foi há dois anos, no Amapá. É importante ressaltar que a vacinação é recomendada para todas as pessoas entre 12 meses e 59 anos, e o alerta indica que adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto devem iniciar ou completar a vacinação contra o sarampo.





