No início da temporada, o Tricolor Paulista contava com uma variedade de jogadores para compor a zaga, incluindo nomes como Sabino, Alan Franco, Ferraresi, Dória, Tolói e Arboleda. Contudo, após a saída de Dória, as opções se resumem praticamente a Sabino e Alan Franco, que se destacam como os únicos defensores experientes disponíveis. Além deles, jovens talentos da base, como Osório e Isac, estão sendo integrados aos treinos do time principal, e é provável que recebam oportunidades em breve.
Ferraresi, que foi emprestado ao Botafogo no início do ano, não deve retornar antes do final de sua temporada com o clube carioca. A diretoria do São Paulo optou por essa movimentação como parte de um planejamento mais amplo que visa enxugar o elenco e aliviar a folha salarial. Outro problema surge com Arboleda, que, após uma longa ausência de 30 dias em sua terra natal, o Equador, sem uma justificativa adequada, passou a treinar separado e não deverá ser reintegrado ao grupo principal.
Em um contexto financeiro complicado, o São Paulo não investiu na última janela de transferências, optando por jogadores livres ou em condições de empréstimo que não implicassem custos adicionais. Esse cenário financeiro ainda se reflete nas estratégias futuras do clube, que tentará repetir o modelo de aquisições sem gastos.
Além das dificuldades administrativas e contratuais, a saúde física de jogadores como Rafael Tolói também se apresenta como uma preocupação. Tolói enfrentou problemas de dores que o deixaram fora de combate em partidas recentes, o que apenas agrava a situação do setor defensivo tricolor.
Diante desse panorama adverso, a busca por um novo zagueiro tornou-se uma prioridade enquanto o clube se prepara para os desafios vindouros na temporada. Com uma base de atletas reduzida e questões de logística e saúde em jogo, o São Paulo sabe que a necessidade de reforços é mais urgente do que nunca.





