São Paulo Enfrenta Caos No Trânsito Com Congestionamento Recorde De 1.053 Km Durante Tempestade Nesta Sexta-feira

Na tarde desta sexta-feira, 6 de fevereiro, a cidade de São Paulo enfrentou um dos piores dias de congestionamento do ano, em grande parte devido a um forte temporal que atingiu diversas regiões metropolitanas. De acordo com dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o volume de tráfego chegou a impressionantes 1.053 km de lentidão às 18h30, marcando o maior índice de congestionamento no ano até agora.

Antecedendo esta medição, à 18h, a capital já enfrentava um cenário alarmante com 1.042 km de congestionamento, outra marca que não se via desde o início de 2026. Vale lembrar que apenas um dia antes, em 5 de fevereiro, o caos no trânsito já era evidente, com registros de 870 km de lentidão na mesma faixa horária.

Desde o mês passado, a cidade já havia estabelecido um recorde de congestionamento, especificamente no dia 9 de dezembro, quando, em meio a chuvas e uma greve de motoristas de ônibus, o tráfego alcançou 1.486 km às 19h. Essa alternância entre eventos climáticos severos e problemas de mobilidade têm complicado a rotina dos paulistanos e evidenciado a fragilidade do sistema de transporte da metrópole.

Diante do agravamento da situação climática, às 16h30, a cidade entrou em “estado de atenção”, conforme anunciado pelo Centro de Gerenciamento de Emergências da prefeitura. As regiões afetadas incluíram a zona norte, leste, central e a Marginal Tietê. Essa condição de atenção é um alerta que visa preparar a população e os órgãos de emergência para responder a potenciais incidentes relacionados a chuvas intensas e suas consequências.

Felizmente, a situação começou a se normalizar por volta das 18h20, mas os estragos já estavam feitos. Moradores relataram dificuldades para se deslocar, com impactos diretos na rotina diária, aumentando a frustração dos paulistanos nas faturas dos transportes e nas horas perdidas em engarrafamentos. Este episódio recente reforça a necessidade de um planejamento urbano mais eficaz para lidar com a mobilidade em situações adversas, uma questão que segue sem soluções definitivas na capital paulista.

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