No cenário global, São Paulo ocupa a 161ª posição, acumulando 5.743 pontos, superando cidades icônicas como Nova York e Dubai. De forma surpreendente, a cidade não apenas se destaca entre os maiores centros financeiros e culturais do mundo, mas também se coloca à frente de Buenos Aires, que ocupa a 189ª posição, sendo a segunda colocada na América Latina. Essa distinção coloca São Paulo em evidência, especialmente em um contexto onde a qualidade de vida é cada vez mais valorizada.
O topo do ranking global é, porém, dominado por cidades europeias. Copenhague, com 6.954 pontos, aparece como líder, seguida por Helsínque, com 6.919 pontos, e Genebra, que ocupa o terceiro lugar com 6.882 pontos. Uppsala também faz parte do seleto grupo, com 6.846 pontos, reafirmando a tendência dos países nórdicos em promover a felicidade urbana.
No que diz respeito às cidades brasileiras, o desempenho é variado. Além de São Paulo, Curitiba se destaca na 197ª posição com 5.590 pontos, enquanto Belo Horizonte figura na 219ª posição com 5.300 pontos. Esses resultados indicam que, embora o Brasil ainda enfrente desafios significativos em termos de qualidade de vida, há uma presença notável no ranking global, refletindo esforços locais e melhorias em diversas áreas.
O índice utiliza uma metodologia robusta, levando em conta seis dimensões principais: cidadãos, governança, meio ambiente, economia, saúde e mobilidade. Essa abordagem proporciona uma visão abrangente do desenvolvimento urbano e é apoiada por extensas análises, envolvendo tanto pesquisadores quanto uma infinidade de dados. Ao final, a pesquisa não apenas classifica as cidades, mas também oferece uma ferramenta valiosa para que gestores públicos e planejadores urbanos possam atuar na promoção do bem-estar de seus habitantes. Essa é uma reflexão importante sobre a forma como as cidades podem evoluir e melhorar a qualidade de vida, colocando a felicidade como um objetivo tangível e alcançável.
