Sob a condução do técnico Roger Machado, que foi imediatamente alvo de críticas por parte da torcida, o São Paulo mostrou jogadas bem ensaiadas, mas esbarrou na falta de precisão em alguns momentos-chave. O único gol da partida veio aos 32 minutos do primeiro tempo, resultado de uma boa jogada entre Artur e Luciano, onde o atacante conseguiu cabecear para o fundo das redes. Porém, essa única finalização bem-sucedida acabou por ser um alívio para um Juventude que se viu excessivamente pressionado durante todo o jogo.
Desde o início, a equipe tricolor controlou as ações, mas encontrou dificuldades para penetrar na defesa adversária. As tentativas de atacar pelo chão eram frequentemente frustradas, levando o time a recorrer a cruzamentos que, muitas vezes, eram neutralizados pela defesa do Juventude. Além disso, a equipe gaúcha utilizou de táticas para quebrar o ritmo do jogo, cometendo faltas e dificultando o avanço do São Paulo.
O segundo tempo trouxe mais desafios para o Juventude com a expulsão de Diogo Barbosa, o que pelo menos deu mais liberdade ao São Paulo. A equipe aproveitou a vantagem numérica e intensificou sua pressão, com Artur, muito ativo, chegando a acertar a trave. Contudo, a oportunidade de consolidar a vitória com um pênalti, que culminou em defesa do goleiro Pedro Rocha, demonstrou a falta de eficiência do ataque são-paulino.
O artilheiro Calleri teve a chance para ampliar, mas a sua batida foi facilmente defendida, e o nervosismo começou a se instalar. A vitória magra mantém a expectativa para o jogo de volta em Caxias do Sul, programado apenas para 13 de maio, onde o São Paulo precisará ser mais decisivo se quiser garantir a vaga nas oitavas de final.
Agora, o foco do tricolor se voltará para o Campeonato Brasileiro, onde enfrentará o Mirassol, enquanto o Juventude se prepara para um confronto contra o Londrina na Série B. Sem dúvida, a equipe paulista terá muito a refletir em busca de maior produtividade em suas próximas partidas.







