Em suas declarações, Cuca destacou a importância do primeiro gol sofrido, que, segundo ele, alterou completamente a dinâmica do jogo. “É difícil entender como uma partida que está sob controle pode mudar com um erro. Até aquele momento, quem estava criando oportunidades éramos nós”, lamentou o treinador, referindo-se ao fato de que o Santos dominava as ações antes do gol do Bahia.
O técnico também se lembrou de uma conversa que teve com o goleiro Diógenes, enfatizando que o gol poderia ter sido evitado. “Qual oportunidade o Bahia tinha, de fato? Cada chance de ampliar ainda era nossa”, lamentou, reforçando a ideia de que a equipe tinha o jogo sob controle até aquele momento.
Mesmo com o sentimento de insatisfação, Cuca defendeu o planejamento do Santos, evitando críticas mais severas. Para ele, a estratégia adotada continua válida, havendo necessidade de avaliações internas. “Vou cobrar individualmente e coletivamente, mas isso será feito internamente. Aqui fora, não farei críticas mais duras”, afirmou o técnico.
Além disso, ele fez questão de reconhecer a relevância do trabalho com jovens jogadores, ressaltando que, mesmo na ausência de estrelas como Neymar e Gabigol, a equipe mostrou qualidade. “Esses jovens se destacaram e isso é essencial para o crescimento do nosso grupo”, destacou.
Cuca, por fim, reconheceu a necessidade de ajustes e já se prepara para o futuro, especialmente em relação à próxima janela de transferências. “Estou frustrado, mas sabemos que há uma pausa e isso nos permitirá fazer as correções necessárias junto à diretoria. Todo time tem suas carências, e nós também”, concluiu, deixando claro que o trabalho continua em busca de um melhor desempenho na temporada.
