Esses roedores são atraídos pelas espigas de milho, que se tornam um alvo fácil durante a fase de maturação das plantas. “Durante este estágio crítico, os javaporcos derrubam as plantas e se alimentam diretamente das espigas”, explica um analista de mercado agro que atua em uma empresa de soluções para o setor. Esse comportamento não é apenas uma simples questão de impacto visual; os dados mostram que a presença desses animais pode resultar em perdas de até 40% nas plantações, o que pode comprometer seriamente a lucratividade e a viabilidade econômica das propriedades rurais.
Além do impacto nas lavouras, a crescente presença de javaporcos também é uma questão de segurança. Eles são considerados vorazes e, em determinadas situações, podem representar um risco para a integridade física dos trabalhadores rurais. Diante dessa realidade, a implementação de estratégias de controle torna-se fundamental para garantir a proteção das propriedades.
Uma das alternativas mais eficazes para minimizar esses danos é a instalação de cercas nas áreas cultivadas. Esse tipo de barreira física serve para evitar a entrada dos javaporcos e outros animais selvagens nas lavouras. Para isso, uma empresa brasileira desenvolveu uma cerca especializada, conhecida como Belgo Javaporco®, que é composta por 11 fios horizontais e projetada para suportar o impacto de animais de médio e grande porte.
A instalação dessas cercas é uma forma eficaz de resguardar os cultivos e reduzir as chances de prejuízos. O especialista enfatiza que, ao utilizar uma solução feita sob medida para enfrentar esse desafio, os agricultores não só protegem suas lavouras, mas também garantem a segurança financeira e operacional de suas produções, assegurando que a safrinha possa ser colhida com sucesso e rentabilidade.







