Carlos José Areias Moreno Garcete foi indicado para ser o futuro embaixador na Nigéria, país africano com o qual o Brasil estabeleceu relações diplomáticas em 1961, logo após sua independência. Com uma trajetória que iniciou como terceiro-secretário em 1995 e chegou ao cargo de ministro de segunda classe em 2018, Garcete possui uma extensa experiência na diplomacia brasileira. As relações bilaterais entre Brasil e Nigéria são de grande importância, especialmente no que diz respeito à segurança do Golfo da Guiné.
Já Mariana Gonçalves Madeira foi indicada para assumir a embaixada do Brasil em Gana, além de representar o país em Serra Leoa e Libéria. Com formação em Relações Internacionais e Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB), Madeira possui mestrado em História pela mesma instituição. As relações entre Brasil e Gana, estabelecidas em 1960, abrangem diversos setores como defesa, saúde, cultura, tecnologia e alimentação.
Por fim, Leonardo Luís Gorgulho Nogueira Fernandes foi indicado para ser o embaixador brasileiro na Dinamarca, com dupla representação na Lituânia. Graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Fernandes terá a responsabilidade de fortalecer os laços bilaterais entre o Brasil e esses países, que têm parcerias principalmente nos setores de saúde, produtos farmacêuticos e comércio.
Caso aprovados na sabatina da CRE, os nomes dos diplomatas ainda precisarão ser confirmados pelo plenário do Senado para assumirem suas funções como embaixadores do Brasil em seus respectivos países. A expectativa é de que a sabatina seja conduzida de forma democrática e transparente, visando sempre o interesse nacional nas relações internacionais.