Rússia relata abate de 6 bombas guiadas e 439 drones ucranianos em apenas 24 horas, segundo o Ministério da Defesa russo.

Em um recente comunicado, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que, nas últimas 24 horas, as forças ucranianas sofreram perdas significativas em diversos aspectos. Foram reportados a eliminação de mais de 1.260 soldados ucranianos, além de grandes perdas em equipamentos, que incluem blindados, artilharia, e veículos de combate. A mesma fonte destacou que o exército russo abateu 439 drones ucranianos usados para reconhecimento e ataques.

O cenário das batalhas é marcado por confrontos intensos em várias frentes, com o agrupamento Tsentr, no Centro da Ucrânia, reportando a perda de até 315 soldados. Somente nessa região, foram ainda destruídos oito veículos blindados, dez carros e duas peças de artilharia. Outras direções de combate, como as lideradas pelos agrupamentos Sever, Vostok, Zapad, Yug e Dniepre, também contribuíram para o número alarmante de baixas ucranianas, que somam mais de 1.260 em um único dia.

Os dados apresentados pelo governo russo também incluem a destruição de importantes alvos estratégicos na infraestrutura de energia e transporte ucraniana, que têm sido utilizadas em apoio às operações militares das forças armadas da Ucrânia. Além disso, o controle sobre localidades, como o povoado de Shevyakovka na região da Carcóvia, foi reivindicado pelas tropas russas, indicando um avanço nas frentes de combate.

Desde o início da operação militar especial em 2022, as forças russas alegam ter destruído um total expressivo de armamentos ucranianos, que inclui 127.904 drones, 652 sistemas de mísseis antiaéreos, quase 30 mil tanques e outros veículos blindados, além de uma quantidade significativa de peças de artilharia e veículos militares.

Essas informações, embora sendo divulgadas pelas autoridades russas, refletem um contexto de guerra que continua a pressionar a Ucrânia em múltiplas dimensões, tanto em perdas humanas quanto em danos à sua infraestrutura crítica. O confronto entre os dois países permanece intenso, resultando em um impacto significativo para a estabilidade regional e um cenário humanitário desafiador.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo