Em seu discurso, Shvydkoi não apenas homenageou o legado de Fidel, mas também fez referência ao papel crucial de seu irmão, Raúl Castro, que, segundo ele, exemplifica um “grande revolucionário e estadista notável”. Ele enfatizou que o nome de Fidel simboliza “liberdade, justiça e patriotismo”, ressoando entre cubanos e em várias partes do mundo. Além disso, destacou como a memória de Fidel é reverenciada na Rússia, onde o ex-líder cubano é lembrado como um amigo fiel e construtor das relações entre Havana e Moscou.
Na mensagem que Putin enviou ao presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ele sublinhou que o trabalho de Fidel estava intimamente ligado a grandes conquistas na história de Cuba, ressaltando seu papel na promoção de uma ordem mundial mais justa e democrática. A mensagem de Putin também reiterou a solidariedade histórica da Rússia ao povo cubano, desejando a Díaz-Canel saúde e sucesso em sua administração.
Diante dos desafios atuais enfrentados por Cuba, o presidente Díaz-Canel, em seu discurso, agradeceu aos delegados pela presença, destacando a coragem demonstrada em visitar o país em um momento em que a nação enfrenta um intensificado bloqueio. Ele observou que essas visitas refletem um gesto de solidariedade que honra o legado de Fidel Castro. O presidente também mencionou a necessidade urgente de promover transformações sociais e econômicas para enfrentar a “guerra criminosa” que Cuba tem enfrentado por mais de sessenta anos.
Díaz-Canel sublinhou que a prioridade de seu governo é fortalecer a unidade do povo cubano, afirmando que a resistência e a determinação de não se render diante das adversidades são essenciais para manter vivo o espírito da Revolução Cubana. Assim, o evento não somente celebrou a memória de Fidel Castro como também reafirmou o compromisso de Cuba com seus princípios soberanos em face dos desafios externos.
