As principais descobertas deste ano têm relação com depósitos relevantes de sais de potássio e magnésio, encontrados especialmente na região de Saratov. Neste local, as reservas de sais de potássio totalizam impressionantes 1 bilhão de toneladas, enquanto as de magnésio alcançam expressivos 2 bilhões de toneladas. Além disso, a região de Irkutsk se destacou por suas reservas de minerais estratégicos, incluindo 17,3 milhões de toneladas de titânio, 6,3 milhões de toneladas de fósforo e 218,8 milhões de toneladas de minério de ferro.
Outro achado significativo registrado foi o depósito Golevskoe, que contém 163,9 milhões de toneladas de minérios de sienito, além de matéria-prima potássico-alumínica não convencional. Estas descobertas não apenas ressaltam a abundância de recursos naturais na Rússia, mas também abrem um leque de oportunidades para investimentos em infraestrutura de mineração e tecnologias que podem maximizar a extração sustentável desses recursos.
A importância dessas jazidas vai além das quantidades expressivas; elas podem ter um impacto profundo na economia russa, bem como nas cadeias globais de fornecimento de minerais, que estão se tornando cada vez mais estratégicas em um mundo que busca transitar para fontes de energia mais limpas e tecnologias inovadoras. À medida que a demanda por recursos minerais aumenta, a Rússia se posiciona como uma peça-chave nesse tabuleiro internacional, prometendo atrair investimentos e parcerias no setor.
Em suma, a descoberta de novas jazidas reafirma a posição da Rússia como um dos líderes mundiais na extração de recursos minerais, com potenciais repercussões que podem se estender além das fronteiras do país, moldando a economia global e impulsionando um futuro de maior colaboração no setor de mineração.









