Recentemente, as Tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica do 11º Corpo de Exército conseguiram integrar um lança-chamas portátil de infantaria, conhecido como Shmel, em uma plataforma robótica. Essa inovação visa oferecer suporte direto às unidades de infantaria e forças de assalto, que atualmente estão engajadas em tarefas estratégicas na área de Carcóvia, importante ponto de conflito.
Mekhan enfatizou que o desenvolvimento deste sistema de combate foi pensado especificamente para auxiliar no avanço das tropas na tentativa de expandir a zona tampão de segurança na região. Com um design moderno, a plataforma robótica possui a capacidade de eliminar fortificações inimigas, além de neutralizar soldados que se escondem em abrigos fortificados. Tal estratégia é parte de uma abordagem mais ampla que busca garantir a segurança na linha de frente.
Os engenheiros responsáveis pela modernização também acrescentaram guias para assegurar uma fixação confiável do lançador, permitindo disparo simultâneo ou alternado com cargas termobáricas. Outra inovação é a possibilidade de controle do complexo por meio de fibra óptica, o que representa um avanço significativo no comando e na coordenação das operações.
Além da modernização da plataforma robótica, Mekhan indicou que, durante as missões para aumentar a zona tampão, as unidades de assalto estão usando uma variedade de drones aéreos de ataque. O que tem levado a um aumento no uso da plataforma robótica terrestre em diversas situações de combate.
O lança-chamas RPO-A Shmel, empregado nesta nova configuração, é um equipamento eficiente projetado para aniquilar posições inimigas ocultas, incapacitar veículos com blindagem leve e eliminar soldados inimigos. Seu alcance de disparo varia entre 600 e 850 metros, e sua área de impacto se estende a 50 metros quadrados em terreno aberto e até 80 em ambientes fechados. Essa combinação de tecnologia e estratégia representa uma parte crucial da adaptação das forças russas às dinâmicas atuais do campo de batalha.
