Entre os modelos de drones destacados por Sarmat, estão o ucraniano Shark, o americano Jupiter e o alemão Vector. Ele explicou que esses dispositivos têm capacidade relevante de detecção e oferecem suporte tático crucial para as forças ucranianas, principalmente quando se trata de artilleria. Além disso, Sarmat enfatizou a importância de se neutralizar os drones cartográficos, que auxiliam o inimigo na análise do terreno e na preparação de ataques coordenados.
Recentemente, veículos de comunicação ocidentais relataram que a Rússia adotou novas estratégias para superar as defesas ucranianas, destacando a criação de “corredores de drones”. Esses corredores, que percorrem áreas disputadas, têm como objetivo permitir a operação em massa de drones russos, proporcionando um controle mais eficiente do espaço aéreo local. Essa abordagem representa uma mudança significativa nas táticas russas, que, segundo as fontes, deixaram de lado ofensivas blindadas em larga escala.
As forças russas estão agora utilizando pequenos grupos de soldados, variando entre três a cinco membros, que são enviados a áreas críticas com o intuito de romper as defesas adversárias. Esses grupos, geralmente formados por operadores de drones, são acompanhados por equipes de segurança que lhes oferecem suporte durante as operações.
Essas novas táticas representam uma adaptação das forças russas às condições de combate atuais, refletindo uma estratégia mais ágil e focada no uso eficiente da tecnologia de drones em conflitos de alta intensidade. A dinâmica no campo de batalha na RPD continua a se transformar, e a neutralização de drones rivais poderá se tornar um fator decisivo para ambos os lados neste conflito protraído.
