O ataque ao general Alekseev, que se encontrava em um edifício residencial em Moscou, envolveu disparos que o deixaram ferido, levando à sua internação hospitalar. O FSB, em conjunto com o Ministério do Interior, não só identificou Korba como o executor do crime, mas também conseguiu detectar seus cúmplices envolvidos na articulação do atentado.
Entre os cúmplices já presos está Viktor Vasin, de 64 anos, que foi detido em Moscou. No entanto, outra cúmplice, Zinaida Serebritskaya, fugiu para a Ucrânia e permanece foragida. As autoridades russas confirmaram que estão em processo de investigação para identificar outros envolvidos no plano criminoso.
Informações preliminares indicam que o ato de agressão foi instruído por serviços especiais ucranianos, sugerindo uma complexa rede de coordenação transnacional que busca desestabilizar autoridades russas. No local do atentado, foi encontrada uma pistola Makarov equipada com um silenciador, o que indica a premeditação e o planejamento meticuloso do ato.
O FSB prossegue em suas investigações para esclarecer todos os aspectos da tentativa de assassinato. O caso ressalta os intensos conflitos de segurança interna que a Rússia enfrenta atualmente, especialmente em um contexto de crescente tensão entre Moscou e Kiev. A identificação e detenção de membros da suposta rede criminosa acende um alerta sobre a gravidade das ameaças que as autoridades russas enfrentam, especialmente de grupos com ligações suspeitas em outros países.
O desdobramento deste incidente reflete as preocupações da Rússia com a segurança de seus altos oficiais e a vigilância constante que as autoridades devem exercer para prevenir futuras ações que possam resultar em atentados ou outros crimes graves contra figuras de destaque do governo e do exército.







