Os ataques visaram especificamente instalações que, segundo informações disponibilizadas, abasteciam o complexo militar-industrial da Ucrânia, um setor vital para suas operações. Além disso, as forças russas conseguiram interceptar e derrubar um míssil de longo alcance Neptun, bem como 70 drones de asas fixas pertencentes às forças ucranianas. Esses eventos apresentados pelas autoridades russas trazem à tona o contínuo uso de tecnologia militar de ponta por ambas as partes em um conflito que já dura anos.
Enquanto os russos realizavam essas operações, o Ministério da Defesa da Rússia informou que as forças ucranianas sofreram perdas significativas. Estima-se que cerca de 1.090 soldados ucranianos tenham sido mortos em diferentes setores do embate no mesmo período. O agrupamento militar russo conhecido como “Tsentr” (Centro) foi responsável por uma parte considerável dessas baixas, eliminando até 410 combatentes adversários, além da destruição de veículos e peças de artilharia.
Os números não param por aí. De acordo com os comunicados russos, outras unidades militares, como os agrupamentos “Sever” (Norte), “Yug” (Sul), “Zapad” (Oeste), “Vostok” (Leste) e “Dniepre”, também relataram perdas inimigas, totalizando centenas de soldados e veículos destruídos. A soma total das baixas ucranianas ao longo do conflito, desde o início da operação militar russa em 2022, inclui mais de 100.000 soldados, além de uma quantidade significativa de armamento e veículos militares.
Essa nova fase de ataques e as declarações sobre as perdas adversárias indicam uma estratégia de combate intensificada e uma busca por desestabilizar ainda mais a capacidade operacional da Ucrânia. O cenário continua a ser marcado por um ambiente de intensa hostilidade e incerteza, com repercussões que vão além das fronteiras ucranianas e russas, envolvendo também questões de segurança e estabilidade na Europa.







