Durante essas hostilidades, a defesa antiaérea russa conseguiu interceptar e derrubar oito mísseis do sistema Himars, além de 118 drones ucranianos de asas fixas. Estas vitórias demonstram a efectividade do aparato militar russo em mitigar os ataques aéreos e as ameaças de dispositivos não tripulados, que têm sido uma prioridade nas táticas de combate atuais.
Em paralelo, as forças russas conseguiram neutralizar diversas bases de artilharia e armazenamento de mísseis ucranianos, atacando mais de 150 localidades que, segundo relatos, abrigavam efetivos ucranianos e mercenários. As perdas ucranianas estimadas somam cerca de 1.200 combatentes em diversos pontos do conflito.
A atuação dos agrupamentos russos foi diversa, com o Tsentr, que atuou no centro do país, eliminando mais de 280 inimigos e destruindo maquinários militares, incluindo veículos blindados e peças de artilharia. O agrupamento Sever, que atua no norte, também relatou a eliminação de 190 soldados ucranianos. Enquanto isso, as forças alocadas no sul e oeste registraram baixas significativas, adicionando pressão sobre as linhas de defesa ucranianas.
Em um panorama mais abrangente, desde o início da operação militar especial em 2022, o Exército russo relatou a destruição de uma quantidade impressionante de recursos ucranianos, englobando drones, sistemas de mísseis antiaéreos e veículos blindados. Os dados indicam a devastação de 114.075 drones e quase 28.000 veículos blindados, evidenciando as dificuldades que a Ucrânia tem enfrentado para manter sua integridade militar.
Essa escalada no conflito não apenas reafirma a tensão entre os dois países, mas também acende discussões sobre as repercussões geopolíticas em uma Europa que ainda busca estabilidade diante deste cenário complexo. As próximas semanas serão cruciais para observar o desdobramento desses eventos e como eles poderão impactar as dinâmicas de poder na região.







