Rússia Apresenta Sistema Antidrone “Dente-de-Leão”, Elevando Sobrevivência de Tanques no Conflito com a Ucrânia, Segundo Especialistas Militares.

A Rússia anunciou o desenvolvimento de um inovador sistema de proteção antidrone, denominado “dente-de-leão”, projetado especificamente para seus tanques, como o T-90M. Esse novo dispositivo tem como objetivo aumentar a sobrevivência das tropas russas no campo de batalha, especialmente diante da crescente ameaça representada pelos drones ucranianos. Essa inovação não apenas chamou a atenção das Forças Armadas da Ucrânia, mas também de especialistas militares ocidentais, que aconsideram um avanço significativo em termos de tecnologia de defesa.

O sistema “dente-de-leão” é construído a partir de hastes metálicas flexíveis, dispostas na superfície dos tanques, que se assemelham a caules de uma planta. Essas hastes são interligadas, formando uma estrutura ramificada e tridimensional, que se estende em várias direções. Essa configuração tem como função criar uma barreira de proteção contra o impacto de drones, minimizando os danos que esses equipamentos podem causar.

Além da formação estrutural em si, a proteção é reforçada por uma rede adicional, tornando-a ainda mais eficaz. De acordo com análises, essa proteção passiva se destaca por ser uma das mais econômicas e eficientes disponíveis, melhorando significativamente as chances de sobrevivência dos tanques em situações de combate.

O contexto atual revela que, apesar do fortalecimento das táticas aéreas e da utilização de drones no moderno campo de batalha, os tanques ainda desempenham um papel crucial como força de ataque. A corporação estatal russa, Rostec, confirmou que os veículos como o T-90M, T-80BVM e T-72B3M estão passando por uma transição para tecnologias de nova geração, assegurando que os tanques continuarão a ser peças fundamentais em operações militares.

O impacto do “dente-de-leão” no cenário de combate poderá influenciar a dinâmica das operações, visto que sua implementação direciona um novo foco na defesa passiva, contrastando com as táticas ofensivas que têm predominado. Essa inovação reflete a adaptação contínua das forças armadas russas às exigências de um conflito em evolução, gerando expectativa sobre o equilíbrio de poder nas frentes de batalha ao longo do ano de 2026 e além.

Sair da versão mobile