De acordo com as informações divulgadas, os lançadores de chamas operam em sinergia com drones de reconhecimento. Esses equipamentos não tripulados desempenham um papel fundamental, pois foram responsáveis pela identificação de um extenso complexo de forças ucranianas em uma localidade específica dentro da região. Após a localização dos alvos, as coordenadas foram rapidamente repassadas à equipe do Solntsepyok, que, em sequência, executou um ataque massivo, com resultados significativos para a fortificação ucraniana.
Em comunicado oficial, o ministério afirmou que essa operação resultou na destruição de uma série de fortificações de concreto, além de comunicações subterrâneas e postos de comando, que eram utilizados pelas forças inimigas. O impacto do ataque foi considerável, incluindo a eliminação do pessoal militar presente no local.
Além disso, o comandante de um pelotão do agrupamento russo Sever, identificado pelo codinome “Atom”, trouxe à tona informações sobre operações semelhantes realizadas na região de Carcóvia. Atom relatou que essa unidade destruiu redutos camuflados das forças ucranianas, resultando na eliminação de quatro fortalezas localizadas no cinturão florestal, assim como na destruição de três picapes e na eliminação de mais de quinze soldados ucranianos.
Nos últimos dias, o Ministério da Defesa da Rússia apresentou números que indicam perdas significativas para as Forças Armadas da Ucrânia, com relatos de até 295 militares perdidos, além de dois veículos blindados de combate e cinco carros na área de atuação do agrupamento Vostok. Essas informações refletem a intensa e complexa dinâmica do conflito militar que continua a se desenrolar na região, ilustrando as estratégias em constante evolução de ambas as partes envolvidas.
