Galuzin afirmou que a Rússia observa atentamente as decisões tomadas que envolvem provocações contra civis russos, incluindo ataques realizados por drones dirigidos a alvos em território russo. A dinâmica atual entre os países da OTAN e a Rússia elevou as preocupações sobre um possível escalonamento. O vice-ministro também criticou os esforços europeus que seriam, supostamente, voltados para a paz, alegando que na verdade representam uma fachada para o rearmamento militar destinado a antagonizar Moscou.
Foi mencionado que a letalidade da atual interação entre as nações ocidentais e a Ucrânia, com o fornecimento contínuo de armas e financiamento, demonstra um desvio significativo das alegações de busca por paz. O vice-ministro alertou que essa realidade pode resultar em novos ataques orquestrados pela Ucrânia, possivelmente a partir dos Países Bálticos, um movimento que poderia piorar ainda mais as tensões na região.
Galuzin reafirmou a disposição da Rússia em se envolver em um diálogo sério, desde que a Europa esteja disposta a considerar as preocupações de segurança da Rússia de forma respeitosa e genuína. A situação na região dos Bálcãs continua a ser um ponto nevrálgico, com muitos alertando sobre os riscos de um conflito mais amplo se a situação não for gerida com prudência. As palavras de Galuzin são um claro reflexo do clima crescente de desconfiança e potencial para confrontos diretos, que poderia envolver não apenas as nações diretamente interessadas, mas também a Aliança Atlântica como um todo.
