A torcida, em um gesto amplamente simbólico, interrompeu a execução do hino nacional para gritar palavras de ordem exigindo respeito ao clube. O descontentamento tem raízes nos acontecimentos da partida anterior, em que o Vitória foi derrotado por 3 a 1 pelo Athletico Paranaense. Após essa partida, o clube enviou uma nota oficial expressando sua indignação com a arbitragem conduzida por Bruno Arleu e o VAR, que tinham a responsabilidade de garantir a justiça nas decisões durante a partida.
Na nota, o Vitória destacou situações específicas que geraram revolta. Um dos pontos cruciais foi a marcação de um pênalti controverso a favor do Athletico, em um lance onde o zagueiro do Vitória, segundo a própria defesa do clube, não cometeu falta. Além disso, a arbitragem não teria tomado as medidas adequadas em situações de falta grave, como agressões a jogadores do Vitória, que mereceriam cartões vermelhos e uma revisão por parte do VAR.
A insatisfação da torcida foi uma continuação das reclamações já expressadas em confrontos anteriores, como o ocorrido na Copa do Brasil contra o Flamengo, onde erros de arbitragem novamente estiveram em evidência. O clube questionou a falta de punição para jogadores adversários que cometeram faltas graves e exigiu maior atenção da Confederação Brasileira de Futebol em relação às suas reivindicações.
Este cenário evidencia a crescente tensão entre os clubes e a arbitragem no futebol brasileiro, levantando discussões sobre a eficiência dos árbitros e a utilização do VAR, gerando um ambiente de desconfiança e protestos por parte das torcidas que buscam garantir a justiça em campo.
