Os drones estão equipados com sensores avançados, que possibilitam a detecção precisa de alvos. A tecnologia de inteligência artificial é um componente chave, permitindo que o sistema, por meio de uma rede neural, analise os dados recebidos e determine diferentes tarefas para cada drone do “enxame”. Essa abordagem coordenada visa maximizar a eficiência em operações de combate.
De acordo com a Rostec, essa tecnologia oferece a capacidade de um operador controlar simultaneamente até dez munições. Após a localização de um alvo, o sistema distribui automaticamente as funções às diversas unidades de ataque, determinando a ordem dos ataques e ajustando as ações de cada drone em tempo real.
O “enxame de drones” desenvolvido pela Rostec tem como base o veículo aéreo não tripulado Supercam, que é projetado para incluir munições vagantes e um centro de controle baseado em uma plataforma automobilística, possibilitando um fluxo de dados rápido e eficiente. Os testes realizados confirmaram que, durante as operações simuladas, os drones foram capazes de patrulhar áreas visando à localização de alvos. Assim que um drone detectava um alvo, os dados eram compartilhados com os demais dispositivos, os quais podem ser verificados por um operador humano antes da execução do ataque.
Com esse desenvolvimento, a Rostec acredita que a interação em grupo entre drones terá um papel crucial nas operações militares futuras, especialmente no que tange à superação de defesas antiaéreas adversárias. Esta tecnologia promete não apenas facilitar a destruição de alvos movediços, mas também otimizar a eficácia em missões de combate concentradas.






