Até as 18h45, a estação de Anchieta havia acumulado 64,2 mm de chuva, enquanto Campo Grande registrou 47 mm. Outras áreas também enfrentaram volumes significativos, incluindo Tijuca/Muda com 46,2 mm, Alto da Boa Vista com 43 mm e a Saúde com 39,2 mm. A tempestade provocou alagamentos, especialmente na Lapa e em ruas adjacentes, onde o fluxo de veículos foi severamente prejudicado. No Aterro do Flamengo, o tráfego ficou completamente paralisado em determinados trechos, obligando motoristas a retornarem pela contramão em virtude do acúmulo de água.
Em resposta à situação crítica, o COR-Rio decidiu fechar temporariamente as pistas do Aterro do Flamengo, desviando o tráfego para a Praia do Flamengo. Diversos núcleos de chuva continuaram a atuar em diversos bairros da cidade, afetando as zonas Norte, Centro, Ilha do Governador, Sul e Barra/Jacarepaguá, com forte atividade nos locais mencionados.
Além disso, sirenes foram acionadas pela Defesa Civil em comunidades de risco, entre elas Borel, Jamelão e Arrelia, na Zona Norte da cidade. Este protocolo de segurança foi ativado após a medição de chuvas superiores a 55 mm em apenas uma hora, um número que gera preocupação nas áreas mais suscetíveis a deslizamentos.
As projeções meteorológicas indicam que, tanto no domingo quanto na segunda-feira, a instabilidade do tempo deve persistir, com céu nublado e possibilidade de chuvas intermitentes. O transporte de umidade do oceano em direção ao continente manterá a previsão de precipitações que podem variar de fracas a moderadas. Para terça e quarta-feira, há expectativa de continuidade dessa instabilidade, com nuvens variando e possibilidade de chuvas mais intensas nas tardes e noites. A orientação das autoridades é para que motoristas evitem áreas alagadas e permaneçam atualizados sobre as condições do tempo por meio dos canais oficiais.







