A narrativa revelará, pela primeira vez, detalhes sobre a condição de saúde que levou ao falecimento do príncipe Philip em abril de 2021. De acordo com o autor, ele lidava com um câncer pancreático inoperável, diagnosticado em 2013. Apesar do diagnóstico severo, o príncipe manteve uma vida relativamente normal até 2017, quando gradualmente se afastou de suas obrigações reais por conta de complicações de saúde. O autor revela que ele se sentia mais à vontade na propriedade de Wood Farm, em Sandringham, onde passou a maior parte de seu tempo.
Após se afastar da vida pública, Philip se mudou para Wood Farm, onde viveu na companhia de uma amiga próxima, Penny Mountbatten, enquanto a presença da rainha se tornava cada vez mais esporádica. Segundo Vickers, essa mudança de dinâmica contribuiu para uma espécie de separação emocional entre o casal, embora ainda mantivessem um vínculo importante.
Durante a pandemia de COVID-19, o casal se reuniu no Castelo de Windsor, onde ficou isolado com um grupo seleto de empregados. Eles passaram o Natal de 2020 isolados, enquanto o restante da família celebrava em Sandringham. Curiosamente, na noite anterior à sua morte, Philip teria se servido de uma cerveja e, conforme relatado, acordou no dia seguinte se sentindo mal, passando a falecer de maneira silenciosa.
Hugo Vickers também menciona que a rainha Elizabeth não teve a oportunidade de se despedir do esposo antes de sua morte, o que causou grande tristeza a ela. A situação deixou a monarca “absolutamente furiosa”, revelando a profundidade do relacionamento entre eles, que durou impressionantes 73 anos. O livro promete oferecer uma visão introspectiva sobre a vida do casal real e a complexa dinâmica que permeou sua união nos últimos anos.
