Slutsky criticou as abordagens ineficazes dos líderes europeus, questionando quem e o que eles pretendem apoiar, especialmente diante da crise e da redução da produção nos países europeus. Ele ressaltou que a cúpula em Londres não trará soluções para a situação na Ucrânia, considerando-a uma tentativa fracassada de “restaurar a reputação política de um palhaço após um fracasso retumbante em Washington”.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, também expressou descontentamento com as decisões tomadas na reunião informal, destacando que os líderes europeus optaram pela guerra em vez da paz ao decidirem apoiar o conflito na Ucrânia. Orbán reforçou o compromisso da Hungria com a paz, criticando a postura belicista resultante do encontro em Londres.
A cúpula informal em Londres ocorreu um dia após um encontro entre o premiê britânico Keir Starmer e o presidente ucraniano Vladimir Zelensky, que acordaram um empréstimo de grande valor para a Ucrânia. O presidente da França, Emmanuel Macron, também se pronunciou, propondo um cessar-fogo de um mês na infraestrutura energética ucraniana, sem presença imediata de tropas europeias no país.
Macron mencionou investimentos significativos em defesa comum da União Europeia e discutiu a possibilidade de uma cooperação europeia no uso de armas nucleares francesas. Ele enfatizou a importância do diálogo e da colaboração entre os países europeus para fortalecer a segurança e a estabilidade na região. A pauta de defesa e segurança europeia segue sendo um tema relevante para o continente.





