A denúncia foi formalizada na delegacia logo após o clamor público gerado pelo caso de Copacabana, que ganhou notoriedade em março deste ano. Durante as investigações realizadas pela 12ª Delegacia de Polícia, Vitor Hugo foi acusado de ter forçado a vítima a realizar sexo oral, além de tentativas de contato físico não consentido, corroboradas por testemunhas que estiveram presentes na festa.
Além do peso da nova acusação, Simonin carrega um histórico familiar que também levanta questões éticas e sociais. Ele é filho de José Carlos Costa Simonin, um ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa, tendo seu pai sido exonerado do cargo pouco antes de Vitor se apresentar à delegacia. O jovem, que foi estudante do Colégio Pedro II, agora enfrenta um processo administrativo que poderá levar ao seu desligamento da instituição de ensino.
O andamento do caso se dá sob sigilo, o que impede a divulgação de detalhes adicionais. No entanto, a situação se complica ainda mais para Simonin e seus cúmplices. Dois outros suspeitos, que também teriam participado do estupro coletivo em Copacabana, estão sendo investigados por outro crime semelhante. As autoridades afirmam que tanto a nova vítima quanto as vítimas anteriores eram menores de idade, o que agrava a gravidade das ações cometidas.
A investigação da 12ª DP resultou na identificação de um terceiro suspeito, Gabriel Oliveira Palmieri, de 24 anos, que foi indiciado por estupro coletivo qualificado. O crime ocorrido na Rua São Clemente envolveu um jovem de 14 anos, que, no momento dos fatos, teria levado a vítima a um encontro privado, resultando em uma série de violações. Relatos indicam que a jovem foi forçada a permitir a entrada dos agressores em seu espaço pessoal, culminando em um ato de violência sexual que ainda foi registrado em vídeo e divulgado posteriormente. Os desdobramentos desse caso ilustram a gravidade das questões de violência sexual enfrentadas na sociedade contemporânea, enfatizando a necessidade de um sistema de justiça eficaz e uma maior proteção para as vítimas.




