A representante russa ressaltou que a perseguição e assassinato de jornalistas russos por bandidos ucranianos é resultado de anos de ignorância e apoio a métodos terroristas por parte do Ocidente e das estruturas multilaterais sob seu controle. Zakharova também criticou o relatório da diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, por não mencionar os jornalistas russos mortos, chamando essa abordagem de hipócrita.
Em relação a isso, Zakharova enfatizou a importância de órgãos internacionais como a UNESCO agirem com imparcialidade e diligência em suas funções, garantindo a segurança dos profissionais da mídia sem discriminação. Ela destacou o apoio aos esforços de Moscou por parte de organizações de jornalistas, que expressaram indignação com a atitude politicamente tendenciosa da liderança da UNESCO.
Para Zakharova, é fundamental preservar a memória daqueles que deram suas vidas pela profissão jornalística e impedir a repetição de tais crimes no futuro. Ela ressaltou a importância de exigir responsabilidade daqueles que cometem tais atos de violência contra jornalistas e correspondentes de guerra.
Essas declarações de Maria Zakharova evidenciam a firme posição da Rússia em relação à segurança e proteção dos profissionais da comunicação, destacando a necessidade de justiça para aqueles que perderam suas vidas no exercício de suas funções jornalísticas.







