Alice e seu colega, o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, estavam a bordo do veículo da reportagem na tarde de quarta-feira (15) quando seu carro foi colidido por um caminhão na BR-381, em Sabará, região metropolitana da capital mineira. Infelizmente, Rodrigo também não sobreviveu ao acidente e veio a falecer, gerando uma comoção significativa entre amigos, colegas de trabalho e familiares.
A tragédia que envolveu Alice e Rodrigo não só destaca a fragilidade da vida, mas também levanta preocupações sobre a segurança nas estradas brasileiras. Os profissionais da imprensa frequentemente se expõem a situações perigosas em sua busca incansável por informações e notícias, dedicando suas vidas para informar a sociedade. O acidente em questão reflete a necessidade urgente de investigações robustas sobre a segurança no tráfego e a proteção dos trabalhadores da comunicação.
Alice Ribeiro era bem conhecida por seu trabalho na Band Minas, onde conquistou respeito e admiração por sua paixão e dedicação. Sua morte precoce não só deixa um vazio imenso na vida de seus entes queridos, mas também na equipe da emissora, que lamenta a perda de uma colega talentosa e amada.
A repercussão nas redes sociais é um indicativo do impacto que Alice teve na vida das pessoas com quem interagiu, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. As homenagens em sua memória continuam a se espalhar, revelando a grande rede de afeto e reconhecimento que a repórter construiu ao longo de sua carreira.
Neste momento de tristeza, é imprescindível lembrar da importância do apoio emocional às famílias afetadas e a necessidade de reflexão sobre os riscos enfrentados pelos profissionais da mídia. Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa serão lembrados não apenas por suas contribuições, mas também como símbolos de coragem em um campo muitas vezes arriscado.






