Alice, que estava internada desde a tarde da quarta-feira, estava envolvida em um grave acidente na BR-381, na região metropolitana da capital mineira. O veículo em que viajava colidiu frontalmente com um caminhão em uma situação trágica, resultando na sua internação e, posteriormente, no diagnóstico devastador de morte cerebral. O procedimento para a constatação da condição foi realizado durante a manhã, com exames que confirmaram a perda irreversível das funções cerebrais.
No mesmo acidente, o cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o carro no momento da batida, faleceu no local. A notícia da morte de Lapa também causou grande comoção, e ele foi sepultado em Belo Horizonte na mesma data em que a confirmação da morte encefálica de Alice foi divulgada.
Alice Ribeiro integrava a equipe da Band Minas desde agosto de 2024, tendo passado antes pela Band Brasília e por uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia. Sua carreira, marcada pela dedicação e profissionalismo, deixará um legado significativo no jornalismo regional.
Ela deixa um laço familiar forte, incluindo os pais, um irmão, o marido e um filho de apenas nove meses, fato que torna essa tragédia ainda mais dilacerante para seus entes queridos. Em uma nota oficial, a Band Minas expressou seu profundo pesar pela perda, enfatizando a assistência que está sendo oferecida à família neste momento tão difícil.
A perda de Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa ilustra as vulnerabilidades enfrentadas por profissionais que vivem de sua paixão em campo. A tragédia provoca reflexões sobre a segurança nas estradas e sobre a fragilidade da vida. A promessa é de homenagens e lembranças que preservem a memória desses dois jornalistas que deixaram suas marcas.
