Logo após o Distrito Federal, os estados com rendimentos mais altos incluem São Paulo, com R$ 2.862, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registra R$ 2.772, e Santa Catarina, com R$ 2.752. O estado do Rio de Janeiro completa o grupo dos cinco primeiros, apresentando uma média de R$ 2.732 por habitante. Esses números foram revelados por uma recente pesquisa nacional que analisa a renda proveniente de diferentes fontes, evidenciando um panorama abrangente da situação econômica do país.
Entretanto, a situação se torna alarmante ao observar os estados com os menores índices de renda média. O Maranhão figura como o mais afetado, com um rendimento médio por pessoa de apenas R$ 1.231. Outros estados que enfrentam dificuldades semelhantes incluem Acre, Ceará, Alagoas e Pará, todos com médias abaixo de R$ 1.500, e localizados nas regiões Norte e Nordeste.
As desigualdades regionais permanecem evidentes, com Sul, Sudeste e Centro-Oeste exibindo rendimentos significativamente mais altos, enquanto as regiões Norte e Nordeste continuam com valores bem inferiores à média nacional. No Nordeste, a renda média domiciliar per capita foi de R$ 1.470, seguida do Norte, que apresentou R$ 1.558. Em contraste, o Sul atingiu R$ 2.734, o Centro-Oeste R$ 2.712, e o Sudeste R$ 2.669.
Entre 2024 e 2025, o Centro-Oeste destacou-se com o maior crescimento na renda média, que aumentou em 11,3%. O Sul, por sua vez, apresentou uma variação mais modesta de 4,9%. Ao se avaliar um período mais extenso, de 2019 a 2025, os avanços mais significativos na renda média foram observados nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, enquanto o Sudeste registrou o menor crescimento nesse intervalo, o que reforça a necessidade de políticas públicas que abordem essas disparidades e fomentem uma distribuição de renda mais equitativa em todo o Brasil.





