Relógio do Apocalipse avança para 85 segundos da meia-noite, alertando sobre riscos globais e tensões geopolíticas sem precedentes desde sua criação em 1947.

Relógio do Apocalipse Marca 85 Segundos Para a Meia-Noite: Um Sinal de Alerta Global

O Relógio do Apocalipse, uma das mais inquietantes representações dos riscos globais, agora marca 85 segundos para a meia-noite, o que representa a maior proximidade da “meia-noite” desde sua criação em 1947. Este ajuste, anunciado pela presidente e CEO do Boletim dos Cientistas Atômicos, Alexandra Bell, reflete uma profunda ansiedade dentro da comunidade científica sobre a natureza crítica das crises enfrentadas pela humanidade.

Originalmente concebido para alertar o mundo sobre a crescente ameaça das armas nucleares após a Segunda Guerra Mundial, o Relógio do Apocalipse foi elaborado por cientistas que participaram do Projeto Manhattan. O design inicial, criado pela artista Martyl Langsdorf, simbolizava a urgência em conter as forças destrutivas que emergiam na época. Contudo, ao longo dos anos, sua influência se expandiu para incluir não apenas questões nucleares, mas também desafios globais como as mudanças climáticas e os avanços tecnológicos descontrolados.

Em 2025, o relógio estava ajustado para 89 segundos até a meia-noite. O movimento recente para 85 segundos mostra um agravamento das tensões geopolíticas, com riscos nucleares e climáticos atingindo patamares alarmantes. A soma de crises interligadas amplitude a sensação de instabilidade em um mundo já frágil, alertando a população global sobre a necessidade urgente de ação.

Na atualidade, os riscos associados às armas nucleares permanecem uma preocupação premente, intensificados por conflitos internacionais e a percepção de que tratados de não proliferação enfrentam desafios sem precedentes. Esses fatores se entrelaçam com as catástrofes ambientais que se intensificam a cada dia, criando um cenário onde a continuidade da vida como conhecemos está em risco.

À medida que o relógio se aproxima da meia-noite, ele não deve servir apenas como um símbolo de pavor, mas como um chamado à ação. A busca pela paz e pela sustentabilidade deve ser uma prioridade não apenas para líderes políticos, mas para todas as camadas da sociedade. A conscientização e a mobilização em torno desses temas são fundamentais para inverter a trajetória alarmante que o mundo parece seguir.

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