Dividindo por gênero, a pesquisa revela que as mulheres dominam a composição do eleitorado, representando 53% do total, ou seja, 1.305.898 eleitoras. Já os homens contabilizam 1.135.896, correspondendo a 47%. Ao analisar o estado civil dos eleitores, observa-se que 68% são solteiros, 27% casados, enquanto viúvos, divorciados e separados judicialmente somam 6% da totalidade.
Outro ponto relevante é a faixa etária dos eleitores. A maior concentração está entre os indivíduos de 25 a 29 anos, totalizando 259.319 pessoas. Além disso, 51.715 jovens, com idades entre 16 e 17 anos, votarão pela primeira vez neste ciclo eleitoral, o que corresponde a 2,12% do eleitorado. Em contraste, a população idosa, com mais de 70 anos, soma 187.745 eleitores, representando uma fatia importante da sociedade alagoana.
No que diz respeito ao nível de instrução, o levantamento revela que a maior parte dos eleitores possui o ensino fundamental incompleto, com 580.309 registros, o que representa 23,77% do total. Segundos os dados, cerca de 20,92% contêm o ensino médio completo, enquanto 20,1% possuem ensino médio incompleto. A situação é preocupante quando observamos que 9,72% da população ainda é analfabeta.
Quanto à biometria, impressionantes 95,62% dos eleitores alagoanos já realizaram o registro biométrico, totalizando 2.334.724 pessoas. Em contraste, 107.070 eleitores, ou 4,38%, ainda vão às urnas sem essa tecnologia, o que levanta questões sobre a inclusão digital e a acessibilidade.
Essas informações não apenas revelam o perfil do eleitorado alagoano, mas também levantam discussões importantes sobre a participação cívica e o acesso à educação em um estado que busca fortalecer sua democracia.
