O dirigente do sindicato, Sérgio Costa, destacou que, conforme a pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o preço médio do botijão no DF era de R$ 102,99. No entanto, ele enfatizou que é cedo para determinar os valores finais após o reajuste, pois o impacto será substancial. Costa fez um alerta sobre a situação desafiadora que se avizinha, ressaltando as dificuldades enfrentadas pelo setor.
Ele também esclareceu que a notificação oficial do reajuste foi recebida pelas revendas na tarde anterior, mas os novos preços podem variar entre as diferentes redes, uma vez que existem cerca de 480 revendas e cinco distribuidoras no DF. O aumento dos custos já é uma preocupação em virtude de um recente dissídio coletivo que pressionou as despesas do setor.
Outro ponto levantado pelo presidente do sindicato é a logística envolvida, especialmente no que tange ao programa “Gás do Povo”. Ele expressou preocupação de que com um índice de reajuste tão elevado, a viabilidade econômica para a continuidade desse atendimento especial pode ser comprometida, afetando aqueles em situação de vulnerabilidade.
Em resposta ao reajuste, uma das distribuidoras emitiu um comunicado, afirmando que os novos preços são uma consequência do aumento dos custos da matéria-prima, problemas logísticos e leilões relacionados ao GLP. O documento também destacou que essa decisão é essencial para manter um padrão elevado de operação, evidenciando o compromisso com a transparência nas relações com os parceiros de negócios.
Os consumidores devem se preparar para mudanças nos preços, que começarão a aparecer nas revendas nos próximos dias. Assim, o impacto desse reajuste pode ser sentido de maneira diferente, dependendo da estratégia adotada por cada distribuidora ao repassar os novos valores.





