Na sua última participação, em 1970, o país ainda era conhecido como Zaire. Agora, sob o nome de República Democrática do Congo, a equipe se prepara para competir no Grupo K, que contará com adversários robustos como Portugal, Uzbequistão e Colômbia. A vitória contra os jamaicanos foi particularmente tensa e emocionante, decidida apenas na prorrogação por um gol de Axel Tuanzebe, que subiu de cabeça em um momento crítico do jogo.
O embate começou com a RDC mostrando uma postura mais agressiva, possuindo a primeira oportunidade clara de gol logo aos cinco minutos, quando Cédric Bakambu tentou finalizar de cabeça, mas teve seu esforço invalidado por impedimento. No entanto, mesmo dominando a posse de bola, a equipe enfrentou dificuldades em traduzir esse domínio em finalizações concretas. A Jamaica, embora em desvantagem, teve sua chance com um chute de longa distância que levou perigo ao gol adversário, mas o primeiro tempo acabou sem gols.
O segundo tempo trouxe mais emoção, com a RDC sufocando a defesa jamaicana e criando novas oportunidades, mas falhando nas conclusões. Com a entrada do jogador Bongonda, a equipe se reorganizou, tornando-se mais incisiva, porém mais uma vez, um gol foi anulado devido a um impedimento. O desgaste dos jamaicanos se tornou evidente à medida que o jogo avançava, e foi nesse momento que a RDC exerceu pressão total.
A vitória foi finalmente concretizada quando, após um escanteio no final da prorrogação, Tuanzebe se destacou, assegurando o tão esperado retorno da RDC à Copa do Mundo. Essa vitória não apenas representa um feito esportivo, mas também um momento de alegria e esperança para o povo congolês, ansioso por ver sua seleção brilhar nos palcos internacionais.
