Ratinho Junior destacou que as realizações de sua administração — incluindo indicadores de crescimento econômico, investimentos em infraestrutura e avanços em segurança e educação — são motivos pelos quais se dedicará integralmente ao Paraná. “É meu dever honrar as promessas feitas aos paranaenses e garantir que nossos projetos em andamento sejam concluídos conforme planejado”, afirmou o governador.
Em uma reviravolta para o Partido Social Democrático (PSD), a saída de Ratinho da arena presidencial abre espaço para que outros nomes da sigla, como os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, possam ganhar destaque. Ambas as figuras já manifestaram interesse na candidatura, e sua ascensão nas discussões do partido deve ocorrer nas próximas semanas.
Recentemente, pesquisas indicavam que Ratinho Junior era o candidato com melhor desempenho nas intenções de voto dentro do PSD, com cerca de 7% de apoio no primeiro turno. Nessa mesma projeção, Caiado e Leite apareciam com 4% e 3%, respectivamente. Apesar de seus resultados promissores, a decisão de Ratinho de permanecer no governo indica uma prioridade por estabilidade e continuidade em sua gestão.
Após o término de seu mandato, está previsto que Ratinho retorne ao setor privado, assumindo a presidência do Grupo Massa, iniciativa criada por seu pai, o conhecido apresentador e empresário Ratinho. Essa transição foi discutida em conjunto com sua família, refletindo um planejamento para o futuro após a vida pública.
Assim, a saída de Ratinho Junior da disputa presidencial não apenas reafirma seu compromisso com a administração paranaense, mas também altera o cenário político dentro do PSD, que se encontra em busca de uma nova liderança para a eleição de 2026. A expectativa gira em torno de quem conseguirá consolidar a candidatura dentro do partido nas próximas semanas.







