Ilya Polikarpov, assistente de Kirillov, também morreu no local do atentado, que ocorreu a sete quilômetros do Kremlin. Putin afirmou que o assassinato foi cometido de maneira perigosa para a vida de muitas pessoas e que o regime de Kiev tem realizado crimes terroristas contra cidadãos russos de forma reiterada. As autoridades russas prenderam um cidadão do Uzbequistão suspeito de ter matado Kirillov sob as instruções do serviço de segurança da Ucrânia. Em resposta, a Rússia anunciou vingança imediata.
A situação entre a Rússia e a Ucrânia tem sido tensa desde a invasão russa em 2022, que resultou em avanços consideráveis por parte das forças russas, mas ainda mantendo o controle de Kiev nas mãos dos ucranianos. A invasão gerou críticas internacionais e sanções econômicas por parte do Ocidente contra o Kremlin.
Em outubro de 2024, a guerra na Ucrânia atingiu um ponto crítico após o uso de um míssil hipersônico de alcance intermediário por parte da Rússia, elevando as tensões na região. A Ucrânia também fez uma ofensiva dentro do território russo com armamentos fabricados por potências ocidentais. Além disso, relatos de inteligência indicam que a Rússia está utilizando tropas da Coreia do Norte no conflito, embora essa informação não tenha sido confirmada oficialmente.
Tanto Putin quanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendem seus objetivos e acreditam em suas estratégias para o conflito. Putin destacou que as forças russas estão avançando de forma eficiente e que a Rússia alcançará seus objetivos na Ucrânia, enquanto Zelensky expressou sua determinação em manter o controle e proteger seu país.
Com o desenrolar dos acontecimentos e a escalada das tensões, a comunidade internacional permanece atenta à situação na região, que representa um dos momentos mais críticos da guerra entre Rússia e Ucrânia. As consequências desse conflito podem ter repercussões significativas não apenas para os dois países envolvidos, mas também para a estabilidade global.
