Ao disputar em 14 capitais, o Psol enfrentou derrotas logo no 1º turno em grande parte delas, chegando apenas ao 2º turno em São Paulo, com Guilherme Boulos. Nas 11 capitais em que concorreu e não obteve êxito, a sigla não alcançou sequer 10% dos votos.
Um caso emblemático foi o de Belém, onde o candidato do Psol, Edmilson Rodrigues, que já era prefeito da capital, não conseguiu se reeleger, ficando em 3º lugar no primeiro turno das eleições. Esse resultado surpreendeu, pois Rodrigues já exercia o cargo e tinha certa identificação com os eleitores locais.
Os números revelam um cenário desafiador para o Psol, que não conseguiu estender sua representatividade para além de algumas regiões específicas. A falta de capilaridade do partido em diversas cidades pode ter sido um dos fatores que contribuíram para a ausência de vitórias nas eleições municipais.
Apesar dos resultados adversos, o Psol demonstrou sua disposição em participar do processo democrático e apresentou propostas que dialogaram com temas relevantes para a sociedade, como a defesa dos direitos humanos, a igualdade de gênero e a justiça social.
Com o encerramento das eleições municipais, o Psol terá que avaliar os resultados obtidos e traçar estratégias para fortalecer sua atuação política e conquistar maior espaço eleitoral nas próximas disputas. A trajetória do partido nas eleições deste ano servirá como ponto de reflexão e aprendizado para as próximas batalhas políticas.





