O deputado Ferreira compartilhou uma montagem em que Lula é visto sendo capturado por militares norte-americanos. A legenda da imagem, “Ô Deus”, gerou grande repercussão e indignação, levantando questões sobre a soberania nacional e a integridade das instituições democráticas. Em resposta a essa situação, Juliano Medeiros, ex-presidente do Psol, junto ao deputado Ivan Valente, alegou que as declarações de Ferreira sinalizam um apoio inaceitável à ingerência estrangeira nas questões internas do Brasil, o que configura uma afronta à democracia.
Medeiros enfatizou que, independentemente da posição de um parlamentar, a imunidade do cargo não o protege quando se trata de ações que sugiram a violação da Constituição e da soberania nacional. Ação semelhante ocorreu com Erika Hilton, também do Psol, que apresentou uma denúncia no Ministério Público Federal (MPF) contra Nikolas Ferreira e o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. Hilton argumentou que ambos estavam fazendo apologia a intervenções externas, o que, segundo ela, revela uma falta de compromisso com a soberania e a autonomia do Brasil.
A deputada expressou sua incredulidade diante da disposição de alguns representantes políticos a promover uma submissão às vontades de potências estrangeiras, ao invés de defender os interesses nacionais. Hilton também criticou as postagens de Flávio Bolsonaro, que, em suas redes sociais, se referiu a Lula de maneira pejorativa e insinuou que ele estaria relacionado a atos ilícitos.
Análise crítica e ações como essas, que envolvem a retórica política contemporânea, levantam debates sobre o papel e a responsabilidade dos representantes eleitos na proteção da democracia e na manutenção da soberania nacional. O cenário atual exige um cuidado redobrado em relação à retórica utilizada no espaço público, considerando suas possíveis repercussões na sociedade.







