Observando as duas atas, fica evidente que, embora haja concordância quanto aos nomes dos candidatos, existem discrepâncias nas denominações das vagas ao Senado. Na ata da União Progressista, liderada por Arthur Lira, o deputado é apontado como candidato à primeira vaga do Senado, enquanto Marina JHC é mencionada como a segunda opção. Em contrapartida, na ata da federação PSDB/Cidadania, Marina é consagrada como a candidata à primeira vaga, deixando a segunda vaga para Arthur Lira. Essa inversão na classificação das vagas é uma questão documental que, embora não altere a essência da aliança, precisa ser observada com atenção.
Outra questão relevante que emerge da análise das atas diz respeito aos suplentes. A ata da União Progressista designou apenas que a segunda suplência de Marina JHC seria indicada pelo PDT, sem detalhar o nome. Já a ata do PSDB/Cidadania esclarece que Ronaldo Lessa ocupará a segunda suplência, evidenciando uma diferença importante em relação à escolha do pré-candidato.
Além disso, no que se refere à chapa de Arthur Lira, a ata da União Progressista apresenta os nomes dos suplentes de forma completa, enquanto o documento do PSDB/Cidadania limita-se a mencionar que a titularidade da vaga pertence à União Progressista, sem detalhar os nomes dos suplentes, o que resulta em uma diferença de abordagem, mas não de conteúdo.
No que tange ao tempo de televisão para as campanhas, ambas as federações também mostraram consistência, estabelecendo que Arthur Lira e Marina JHC dividirão igualmente o tempo de propaganda eleitoral. Quanto às candidaturas ao governo, é importante destacar que ambas as atas estão em total acordo, designando JHC e Célia Rocha como candidatos.
Por fim, enquanto as duas atas confirmam a composição política da coligação, os partidos envolvidos são os mesmos em ambas as federações, com a inclusão de partidos como PL, PDT e Podemos. No entanto, uma inconsistência interna foi identificada na ata do PSDB/Cidadania, que apresenta um erro ao mencionar datas de convenção, colocando um ponto de atenção sobre a necessidade de correção documental.
Em suma, apesar das diferenças formais e da necessidade de algumas retificações, as atas convergem na essência, definindo a chapa para as eleições de 2026 com JHC no governo e Lira no Senado, fortificando a aliança política em Alagoas.
