Em uma nota oficial, o PSD-PR anunciou que iniciará uma “imediata apuração interna” do caso, dada a gravidade das imagens e fatos que foram divulgados. O partido reforçou sua posição de repúdio a qualquer forma de violência, desrespeito ou abuso contra mulheres, destacando que esses princípios são considerados “inegociáveis”. A nota expressou um compromisso claro com a proteção dos direitos das mulheres, um posicionamento que o partido diz ser fundamental em sua atuação política.
Já no fim de semana, o deputado usou suas redes sociais para se defender, afirmando que não agrediu a mulher envolvida no incidente. Segundo ele, a situação se desenrolou de forma ameaçadora, com a garota de programa supostamente cobrando R$ 3 mil por seus serviços. “Não encostei um dedo nela. Quando entrei no carro, ela deu ré. Pensei que poderia ser vítima de extorsão”, declarou o deputado, buscando justificar sua postura durante o ocorrido.
O incidente teve início por volta das 23h30 e gerou a presença da Polícia Militar do Distrito Federal no local. Relatos indicam que a confusão foi precipitada por um desentendimento em relação aos valores e rapidamente escalou para uma troca de ofensas entre as partes envolvidas. Imagens da situação mostram momentos de alta tensão, com o deputado sendo contido por seguranças. Testemunhas também comentaram sobre um comportamento alterado do parlamentar durante a ocorrência, a qual foi formalmente registrada na 10ª Delegacia de Polícia do Lago Sul.
O episódio se torna mais uma situação delicada na política brasileira, levantando debates sobre a responsabilidade de figuras públicas e a necessidade de proteger os direitos das mulheres em todos os contextos. A repercussão deste caso deverá ser acompanhada pelos cidadãos e pela mídia, à medida que as investigações avançam e as medidas disciplinares são tomadas pelo partido.
