Em um comunicado oficial, o PSB explicou sua posição, afirmando que entende que o STF deve ser formado por juristas que prezem pela experiência, equilíbrio, independência e compromisso com o bem público. O partido elogiou Messias por sua demonstração contínua de respeito à Constituição e às instituições democráticas, além de sua sensibilidade para as demandas da sociedade brasileira.
Logo pela manhã, Messias participou de um almoço com figuras proeminentes do PSB, como o presidente do partido, João Campos, e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, além do senador Rodrigo Pacheco, cujo nome havia sido considerado para a mesma vaga. Contudo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por indicar Messias, o que gerou descontentamento por parte de Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Desde novembro, Messias se empenha em superar a resistência que Alcolumbre apresentou em relação à sua candidatura. Recentemente, uma reunião entre os dois, mediada pelo ministro do STF Cristiano Zanin, buscou aparar arestas nessa relação.
Para ser aprovado, Messias depende do apoio de pelo menos 14 dos 27 senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e de 41 dos 81 votos no plenário do Senado. O governo federal está otimista e espera garantir pelo menos 15 votos na CCJ e um total de 45 na votação final. Essa expectativa é essencial, já que a escolha de um novo ministro do STF influencia diretamente o futuro judicial do Brasil e as políticas públicas em um momento de profundas transformações no país. A expectativa é alta e a observação atenta, enquanto Messias se prepara para um dos momentos mais decisivos de sua carreira política.







