Durante o protesto, os participantes levantaram cartazes e entoaram cânticos denunciando a intervenção dos EUA, destacando a percepção de que a ofensiva não se trata apenas de uma questão militar, mas também de uma ambição econômica em relação aos recursos naturais da Venezuela, especialmente seu vasto potencial petrolífero. A mobilização é parte de uma série de manifestações que estão ocorrendo não apenas na França, mas também em outras cidades ao redor do mundo, refletindo a preocupação global com as consequências dessa ação militar.
Os manifestantes utilizaram palavras de ordem para enfatizar a necessidade de respeito à autodeterminação dos povos e à soberania da Venezuela, enquanto expressavam sua oposição ao que consideram uma política imperialista dos EUA. O clima no local foi eletrizante, com a atmosfera permeada por um sentimento de unidade entre aqueles que acreditam na necessidade de resistência contra intervenções estrangeiras.
Esse protesto em Paris se alinha com os acontecimentos na Venezuela, onde a população tem se mobilizado, expressando seu descontentamento em relação a ações externas que podem comprometer seu futuro. A repercussão internacional acerca do assunto tem sido intensa, especialmente após comentários feitos por autoridades norte-americanas sobre a exploração dos recursos petrolíferas da Venezuela, o que levanta questões éticas e políticas sobre a legítima defesa da soberania de uma nação diante de pressões externas.
Neste contexto, a Praça da República se transformou em um símbolo da luta por autodeterminação e resistência, ecoando as vozes de um movimento global que se opõe à militarização e a qualquer forma de intervenção que possa colocar em risco a integridade de um país soberano.







