A equipe do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionada para acompanhar os funcionários da empresa energética, que identificaram uma ligação clandestina — conhecida popularmente como “gato” — conectada à rede elétrica da boate. Esta prática ilegal, que se configura como furto de energia, evidenciou a gravidade do problema, levando a uma ação imediata por parte dos policiais.
Com as evidências claras do crime, a empresa provedora de energia procedeu com a suspensão da ligação irregular. Além disso, o representante da companhia decidiu formalizar uma denúncia criminal contra o responsável pelo local por conta da fraude elétrica. Em decorrência desses eventos, o dono da boate foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por furto qualificado.
A atividade investigativa por parte da polícia não se limitou apenas à prisão do suspeito. Em uma ação conjunta, foi realizada uma perícia técnica no estabelecimento, que corroborou a situação de irregularidade identificada anteriormente. Essa abordagem cuidadosa demonstra o comprometimento da Polícia Militar e da companhia elétrica em combater práticas criminosas que afetam não só a integridade do fornecimento de energia, mas também a segurança e o bem-estar da comunidade local.
O incidente destaca a importância da fiscalização em relação ao uso de serviços públicos e o papel das autoridades na repressão a práticas ilegais. O furto de energia, além de um crime, pode ter consequências graves e comprometer a segurança elétrica, colocando em risco a vida de muitas pessoas. A atuação rápida e eficiente da força policial contribui para a manutenção da ordem e da justiça na sociedade.