O Ministério da Educação receberá um montante de R$ 277,3 milhões, que será utilizado pelo Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, para os hospitais universitários da rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e para a manutenção administrativa de universidades e institutos federais.
Já o Ministério de Minas e Energia utilizará R$ 9,2 milhões para custear despesas administrativas da Agência Nacional de Mineração (ANM) e para a implantação de uma solução tecnológica que irá fiscalizar o setor mineral com base em indicadores de conformidade e análise de dados integrados e automatizados.
De acordo com o governo, os recursos para essas suplementações virão do superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício de 2022, dos excessos de arrecadação e da anulação de dotações orçamentárias.
O projeto, denominado PLN 22/23, passará pela análise da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, posteriormente, será submetido ao Plenário do Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, em sessão conjunta.
Essa proposta tem como objetivo garantir recursos adicionais para áreas consideradas prioritárias, como a saúde, educação e energia. A destinação desses recursos vai ajudar a financiar serviços essenciais, como a assistência hospitalar e ambulatorial pelo SUS, a manutenção administrativa das universidades e institutos federais, bem como a fiscalização do setor mineral.
Essa movimentação orçamentária é importante para permitir que esses setores continuem funcionando de forma adequada e garantam o atendimento das necessidades da população. Portanto, a aprovação desse projeto é fundamental para assegurar a continuidade e a melhoria dos serviços prestados pelo governo nessas áreas prioritárias.





