A proposta, que visa retomar a obrigatoriedade do extintor do tipo ABC em veículos de passeio e utilitários, recebeu parecer favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM) em 2024, na Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC). No entanto, em 2019, a mesma proposta foi rejeitada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), gerando divisões entre os parlamentares.
A discussão em torno dessa questão gira em torno da segurança dos condutores e passageiros, alegando que a presença do extintor de incêndio nos veículos pode ser fundamental em situações de emergência. A medida, que já foi válida no país, foi revogada em 2015 após uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, respaldada pela evolução da tecnologia dos sistemas de segurança automotiva.
A retomada dessa obrigatoriedade levanta debates sobre a eficácia real do extintor de incêndio, considerando os avanços tecnológicos dos carros atuais. Além disso, há preocupações sobre o custo adicional que os proprietários de veículos terão ao adquirir e manter o equipamento.
Diante desse cenário, o destino do projeto de lei PLC 159/2017 ainda permanece incerto, com a necessidade de garantir o equilíbrio entre a segurança dos motoristas e passageiros e a viabilidade financeira da medida. A decisão final caberá aos senadores durante a votação no Plenário do Senado, que promete ser marcada por intensos debates e posições divergentes.
