Segundo Prado, a iniciativa visa impedir que artistas enalteçam o crime organizado e o tráfico de drogas em eventos de grande visibilidade, contribuindo para a banalização de práticas ilícitas que podem influenciar negativamente crianças, adolescentes e jovens. O vereador ressaltou que é crucial combater a criminalidade de forma integral, incluindo a forma como é retratada em eventos culturais financiados com dinheiro público.
O nome do projeto faz alusão ao rapper carioca Oruam, filho de um dos líderes do Comando Vermelho, e serve como exemplo do tipo de manifestação que a lei busca coibir. De acordo com Prado, a glorificação do crime em eventos artísticos contrapõe os esforços das forças de segurança e da sociedade para combater a criminalidade em Maceió.
O projeto de lei será submetido à apreciação na Câmara Municipal de Maceió e, se aprovado, estabelecerá critérios mais rigorosos para a concessão de verbas públicas a eventos culturais. O debate em torno da proposta promete ser intenso, envolvendo não apenas os vereadores, mas também artistas, produtores culturais e a população em geral interessada na promoção de uma cultura livre de estímulos ao crime.





