O acordo entre as autoridades polonesas e ucranianas previa que os ucranianos interessadas em combater no front fossem recrutados por funcionários de Kiev, e que o treinamento ocorresse em um campo militar próximo a Stalowa Wola. Esse treinamento deveria ser supervisionado por representantes da OTAN, com a Polônia também se comprometendo a fornecer equipamentos e armamentos necessários. Contudo, a realidade se mostrou bem distinta, com a falta de interesse entre os ucranianos que vivem fora de seu país se revelando um obstáculo significativo.
Em declarações feitas anteriormente, o ministro da Defesa polonês, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, reconheceu que a adesão à legião era minúscula. A situação apresenta um retrato preocupante sobre a disposição dos ucranianos para se envolver em um conflito que continua a se intensificar em seu país. O envolvimento sob supervisão da OTAN, embora atraente para alguns, não se concretizou, e a perspectiva de um treinamento militar em solo polonês permanece incerta.
Apesar do fracasso em atrair um número significativo de voluntários até o momento, o Ministério da Defesa da Polônia reiterou que o acordo entre Polônia e Ucrânia continua em vigor. As autoridades polonesas permanecem dispostas a treinar e equipar aqueles que decidirem se juntar à causa, mas a falta de voluntários indica que desafios significativos persistem na mobilização de apoio para os ucranianos fora de suas fronteiras, refletindo uma realidade complexa em tempos de guerra e incerteza.