De acordo com as informações divulgadas pelo CBMGO, a professora, embora debilitada pelo esforço físico e pelo tempo em que permaneceu sozinha na mata, estava em condições de saúde satisfatórias. O resgate foi potencializado por tecnologias avançadas, incluindo o uso de drones e equipes especializadas que se dedicaram incansavelmente na busca pela educadora.
O alerta para o seu desaparecimento foi emitido na noite de quinta-feira, quando, por volta das 18h30, duas alunas de Isa que participavam de uma atividade de catalogação de plantas no parque notaram que a professora havia se afastado enquanto retornavam ao local do veículo. O grupo havia utilizado um GPS para navegar pela área, mas durante o percurso, Isa acabou se distanciando, tornando-se impossível para as alunas encontrá-la.
A partir desse momento, as estudantes tentaram localizá-la por conta própria, mas diante da escuridão e da densidade da mata, decidiram acionar a administração do parque, que imediatamente buscou o apoio do Corpo de Bombeiros. As operações de busca foram reiniciadas nas primeiras horas da manhã de sexta-feira, e graças ao esforço conjunto das equipes de resgate, a professora foi finalmente localizada e retirada da área de risco.
O desfecho positivo desse incidente traz alívio para amigos e familiares da educadora, que reside em Quirinópolis, Goiás. O caso destaca a importância das medidas de segurança e da preparação em atividades de imersão na natureza, além de evidenciar a eficácia dos recursos tecnológicos nos processos de resgate em áreas remotas.





