Professora de Direito é morta a facadas por aluno durante aula em Porto Velho; comunidade acadêmica em choque após ataque brutal.

Na noite de sexta-feira, 6 de outubro, um ato de violência chocou a comunidade acadêmica de Porto Velho, em Rondônia. A professora de Direito Juliana Santiago foi brutalmente atacada a facadas por um aluno durante uma aula no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca). O inusitado episódio, que ocorreu em plena atividade escolar, levantou preocupações sobre a segurança nas instituições de ensino superior.

O aluno, que estava regularmente matriculado na instituição, perdeu o controle e golpeou a docente. Após o ataque, outros alunos presentes na sala agiram rapidamente para conter o agressor, que foi preso em flagrante, evitando assim que a situação piorasse. Juliana foi imediatamente socorrida e levada ao Hospital João Paulo II, onde chegou em estado grave. Embora tenha sido amparada por colegas até a chegada do socorro, não resistiu aos ferimentos e faleceu, deixando um sentimento de luto entre seus alunos e colegas de trabalho.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a professora sendo ajudada por estudantes e revelam a apreensão que permeava o ambiente. A angústia e o desespero presentes no cenário impressionaram não apenas quem estava na sala de aula, mas toda a comunidade acadêmica, que se mostrou profundamente abalada pela tragédia.

Em resposta ao ocorrido, a Polícia Civil instaurou uma investigação para esclarecer as circunstâncias que cercam o ataque, bem como a motivação do aluno, que ainda permanece indefinida. Em comunicado oficial, a instituição de ensino expressou suas condolências e ressaltou que está colaborando integralmente com as autoridades nas investigações.

A morte de Juliana Santiago deixou um vácuo significativo na vida dos estudantes e dos profissionais com quem ela havia compartilhado sua dedicação ao ensino. Alunos e colegas lembraram da professora como uma figura inspiradora e dedicada, cujo legado permanecerá nas memórias daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la e aprender com ela. A tragédia traz à tona questões urgentes sobre a segurança nas escolas e a necessidade de prevenção da violência em ambientes acadêmicos, ressaltando a importância de medidas que garantam um espaço seguro para a educação.

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