Professora de biologia é encontrada viva após 17 horas desaparecida no Parque Nacional das Emas em Goiás, confirma Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) realizou uma operação de emergência no Parque Nacional das Emas, onde a professora de biologia Isa Lúcia de Moraes, de 52 anos, havia desaparecido por cerca de 17 horas. Graças ao esforço dedicado dos bombeiros, ela foi encontrada viva por volta das 12h30 da última sexta-feira, 3 de abril.

A educadora, reconhecida por sua atuação como professora e doutora em botânica, estava realizando um trabalho de campo com suas alunas na área. Durante a atividade de catalogação de plantas, o grupo utilizou um GPS para a navegação, mas, segundo relatos, Isa se afastou das alunas enquanto retornavam ao veículo e acabou se perdendo na mata. O desaparecimento foi comunicado às autoridades pela direção do parque, após tentativas frustradas de localização por parte das estudantes.

O CBMGO foi acionado no final da tarde da quinta-feira, 2 de abril, e imediatamente mobilizou equipes para iniciar as buscas. No entanto, dada a complexidade da situação e a vastidão do parque, as operações se intensificaram nas primeiras horas da manhã seguinte. Os bombeiros utilizaram tecnologia avançada, incluindo drones e equipes treinadas para a busca em áreas de difícil acesso.

Após horas de busca, a professora foi finalmente localizada. De acordo com informações do CBMGO, apesar de estar debilitada pelo cansaço, Isa Lúcia estava bem e foi resgatada com segurança. Ela é conhecida no meio acadêmico por sua pesquisa em botânica, sendo curadora do Herbário José Ângelo Rizzo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e já exerceu a função de coordenação do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) na Universidade Estadual de Goiás (UEG).

O Parque Nacional das Emas, onde o incidente ocorreu, está situado a aproximadamente 725 km do Distrito Federal e é uma área rica em biodiversidade, atraindo pesquisadores e entusiastas da natureza. O resgate da professora trouxe alívio não apenas para seus familiares e alunos, mas também para a comunidade acadêmica, que reconhece a importância de suas contribuições para a educação e preservação ambiental.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo